Olá de novo, pessoas :D
Bem, acho que pouca gente deve ter notado, mas eu excluí o post anterior. É, eu não sei o que me deu postar pra aquilo, devo ter ingerido drogas ou algo assim; e ainda acabou gerando mal entendidos. Então, é, não posto mais nada sobre a minha vida aqui, pelo menos não diretamente.
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Eu sempre sinto que estou perdendo. Sempre. Não é como se eu enxergasse a situação claramente, mas sinto um estranho vazio, como se você tivesse levado um pedaço de mim, como se houvesse um buraco no meu peito que dói como uma ferida aberta. Talvez eu tenha tido um ou dois momentos de glória, mas agora isso não significa nada, porque eles só conseguiram me levar às trevas novamente, e se é pra ser sempre assim no final eu prefiro nunca ter sobre o que fantasiar. Sim, eu estive o tempo inteiro mentindo pra mim mesma, esperando que algo surpreendentemente bom acontecesse. Mas as coisas vão sempre dar errado no final, não é?
Me sinto burra e incapaz. Incapaz de ter controle sobre a minha própria vida, incapaz de dizer a mim mesma que isso não vai acontecer. Por mais que fosse ser interessante, por mais que fosse ser inimaginavelmente divertido e talvez fosse ser uma das melhores coisas que me aconteceria ultimamente... simplesmente não vai acontecer. E não adianta pensar, desejar, fantasiar que poderia num futuro distante vim a dar certo, isso não vai mudar as coisas. Isso de pensamento positivo não funciona pra mim, é como se o universo inteiro conspirasse contra os meus desejos, enquanto eu penso: "Sim, vai dar certo!" as forças negativas ao meu redor dizem: "Nem em sonho, garota."
E quem liga que ele seja irritantemente doce e divertido, e que poderia descortinar um universo inteiramente novo de possibilidades atrativas pra mim? Provavelmente daqui umas semanas eu não vou nem lembrar seu nome. Eu nunca estive tão perto e tão longe de alguém ao mesmo tempo.
Será que algum dia meu coração vai se acostumar com você? E parar de querer saltar do meu peito sempre que você olha pra mim.
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Time passes
O tempo passa.Mesmo quando isso parece impossível.
Mesmo quando cada tique do relógio faz
sua cabeça doer como se fosse um fluxo
de sangue passando por uma ferida.
Ele passa desigual, em estranhos solavancos
e levando a calmaria embora, mas ele passa.
Mesmo pra mim.
Eu era como uma lua perdida -
meu planeta havia sido destruído em algum
desastre cataclísmico, um cenário de filme
desolador - que continuava, ainda assim, girando
ao redor da órbita apertada do buraco vazio
deixado pra trás, ignorando as leis da gravidade.
domingo, 21 de setembro de 2008
Sweetest
Vamos subir em uma moto e rodar por aí, baby.Olhar para você todos os dias é definitivamente uma droga;
uma droga viciante.
E eu não consigo mais imaginar como seria minha vida
sem você por perto.
Um vazio, provavelmente.
Nada mais faria sentido. Seria como caminhar na escuridão,
podendo apenas imaginar se está indo para o caminho certo. Porque eu não teria mais você para me guiar ao paraíso.
Então, como se você já não soubesse, eu digo outra vez.
Eu vou te querer para sempre. Pela eternidade.
Todos os dias da eternidade.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Inércia.
De pouquinho em pouquinho eu vou morrendo todos os dias.
Eu não sei de onde surgiu essa falta de vontade, esse entorpecimento para/com o mundo ao meu redor, é simplesmente uma coisa que eu sempre tive comigo.
Eu estou realmente aqui? A maioria das vezes é como se eu assistisse a cena de fora, como uma telespectadora da minha própria vida, como se eu não tivesse controle das situações, e só pudesse ver do alto as coisas acontecerem, como num sonho; então, eu simplesmente me deixava levar pela maré. Um dia após o outro, como um ciclo vicioso.
Corra, garota, corra.
Minha mente parecia uma roda gigante frenética e desgovernada, que girava no sentido oposto à minha vida. Rápida, como o curso das águas de um rio debatendo-se selvagemente. Ela era minha salvadora. Porque eu podia fugir, escapar da realidade maçante e partir para um lugar qualquer, um lugar melhor.
Mas eu estava ficando cansada disso.
"Esse é o momento mais importante da sua vida, e você se manda para outro lugar?"
Eu sou uma covarde. Entre a dor e a mentira, eu escolho a mentira.
Eu era um zumbi. Um ser que só respira; sobrevive mas não vive.
O que eu ando fazendo da minha vida? Acho que eu preferiria ser aquela deslumbrada feliz, antes de ter essa realidade real demais para mim. Jovem, ingênua e deslumbrada.
Eu podia sorrir para as pessoas sem esforço, eu podia ser naturalmente agradável e simpática, sem parecer estar atuando - porque eu não estava. Eu conseguia gostar delas, sem ser tão exigente. Podia realmente apreciar suas companhias e ouvir o que elas estavam dizendo, mesmo que isso não interessasse diretamente a mim.
Eu podia.
Mas eu me fechei nesse meu mundo estranho e particular, onde ninguém pode penetrar. Minha bolha, minha redoma de vidro, minha barreira de proteção. Alguém pode enxergar além do que eu quero que vejam?
Eu gostaria de poder quebrá-la.
Eu não sei de onde surgiu essa falta de vontade, esse entorpecimento para/com o mundo ao meu redor, é simplesmente uma coisa que eu sempre tive comigo.
Eu estou realmente aqui? A maioria das vezes é como se eu assistisse a cena de fora, como uma telespectadora da minha própria vida, como se eu não tivesse controle das situações, e só pudesse ver do alto as coisas acontecerem, como num sonho; então, eu simplesmente me deixava levar pela maré. Um dia após o outro, como um ciclo vicioso.
Corra, garota, corra.
Minha mente parecia uma roda gigante frenética e desgovernada, que girava no sentido oposto à minha vida. Rápida, como o curso das águas de um rio debatendo-se selvagemente. Ela era minha salvadora. Porque eu podia fugir, escapar da realidade maçante e partir para um lugar qualquer, um lugar melhor.
Mas eu estava ficando cansada disso.
"Esse é o momento mais importante da sua vida, e você se manda para outro lugar?"
Eu sou uma covarde. Entre a dor e a mentira, eu escolho a mentira.
Eu era um zumbi. Um ser que só respira; sobrevive mas não vive.
O que eu ando fazendo da minha vida? Acho que eu preferiria ser aquela deslumbrada feliz, antes de ter essa realidade real demais para mim. Jovem, ingênua e deslumbrada.
Eu podia sorrir para as pessoas sem esforço, eu podia ser naturalmente agradável e simpática, sem parecer estar atuando - porque eu não estava. Eu conseguia gostar delas, sem ser tão exigente. Podia realmente apreciar suas companhias e ouvir o que elas estavam dizendo, mesmo que isso não interessasse diretamente a mim.
Eu podia.
Mas eu me fechei nesse meu mundo estranho e particular, onde ninguém pode penetrar. Minha bolha, minha redoma de vidro, minha barreira de proteção. Alguém pode enxergar além do que eu quero que vejam?
Eu gostaria de poder quebrá-la.
sábado, 30 de agosto de 2008

Não era para ser assim? A glória do primeiro amor, essas coisas. É inacreditável, não é, a diferença entre ler sobre uma coisa, vê-la em fotos e experimentá-la?
Antes de você, minha vida era uma noite sem lua. Muito escura, mas haviam estrelas - pontos de luz e razão... E aí você apareceu no meu céu como um meteoro.
De repente, tudo estava pegando fogo; havia brilho, havia beleza. Quando você não estava lá, quando o meteoro caiu no horizonte, tudo ficou escuro. Nada havia mudado, mas os meus olhos haviam ficado cegos com a luz. Eu não conseguia mais ver as estrelas. E não havia mais razão pra nada.
"Terno ser é o amor? Áspero demais, rude demais, violento demais e lancinante como um espinho."
Eu nunca mais vou criticar Romeu.
É isso. Sem mais. Fim.
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
Agosto sucks.
Agosto definitivamente é o pior mês do ano, até inevitavelmente. É quase desumano o que Agosto faz na minha vida, é quase sobrenatural a energia negativa que esse mês maligno tem. É quando tudo de ruim que poderia acontecer, invariavelmente acontece. Sem chances de salvação. Porque não poderia ser coincidência que desde os meus 10 anos todas as tragédias reunidas do ano, deixam justamente para desabarem em... Agosto. As coisas mais bizarras e inimagináveis, e decididamente péssimas, sempre sempre sempre irão acontecer em Agosto. Gostaria de saber se isso é uma regra que só se aplica a mim ou existe algum outro tipo de pessoa com esse tipo de azar agostiano(?). Que bom que pelo menos já está acabando, porque minha cota de notícias ruins e castigos já se esgotou. O que mais poderia acontecer, não é? *risada nervosa*
Já basta o fatídico telefonema no meio da minha manhã calma e tranquila que me deu pesadelos e a pior consciência pesada da minha vida. Logo em seguida, a quinta feira negra em que tudo foi descoberto, mas até que não tão devidamente castigado. Depois contas, notas, números, correio. Depois notícias trágicas de adiamentos, depois sentimentos deprimentes e aleatórios da minha parte. Depois dúvidas, decisões e frustrações. E é claro, aquela velha cobrança de todos ao meu redor, em todos os aspectos, por coisas que só deveria ser da minha conta, afinal, eu não lhes devo satisfações, mas que de qualquer forma me põe louca. E agora, só me resta continuar fazendo o que venho tentando desde o início do mês, esquecer tudo e fugir. Mas não fugir da maneira propriamente dita, por mais que não me falte vontade para isso, fugir com minha mente, que sempre me salva nessas situações. Fugir para longe dos problemas, para longe das complicações, me refugiar em outro mundo, que não é meu, mas que é infinitamente melhor. E lá eu me sinto segura e feliz. Mas que uma hora ou outra, mais cedo ou mais tarde, eu sei que terei que voltar, puxada, arrastada para a vida real, mas com minha cabeça temporariamente voltando para lá no meio do meu odioso dia de Agosto, para que eu me sinta melhor e não tão sem esperança. Por algumas horas é como se eu não sentisse nada, aliás, me sentisse incrivelmente bem e leve, como é bom flutuar em emoções que não são suas. Nada comparado ao meu terror diário agostiano, que quando menos se espera, algo catastrófico acontece. Tenho esperança de sobreviver mais esses dias até Setembro, mas nunca se pode adivinhar o que ainda falta acontecer. Bem, se eu não postar mais, já sabem.
Já basta o fatídico telefonema no meio da minha manhã calma e tranquila que me deu pesadelos e a pior consciência pesada da minha vida. Logo em seguida, a quinta feira negra em que tudo foi descoberto, mas até que não tão devidamente castigado. Depois contas, notas, números, correio. Depois notícias trágicas de adiamentos, depois sentimentos deprimentes e aleatórios da minha parte. Depois dúvidas, decisões e frustrações. E é claro, aquela velha cobrança de todos ao meu redor, em todos os aspectos, por coisas que só deveria ser da minha conta, afinal, eu não lhes devo satisfações, mas que de qualquer forma me põe louca. E agora, só me resta continuar fazendo o que venho tentando desde o início do mês, esquecer tudo e fugir. Mas não fugir da maneira propriamente dita, por mais que não me falte vontade para isso, fugir com minha mente, que sempre me salva nessas situações. Fugir para longe dos problemas, para longe das complicações, me refugiar em outro mundo, que não é meu, mas que é infinitamente melhor. E lá eu me sinto segura e feliz. Mas que uma hora ou outra, mais cedo ou mais tarde, eu sei que terei que voltar, puxada, arrastada para a vida real, mas com minha cabeça temporariamente voltando para lá no meio do meu odioso dia de Agosto, para que eu me sinta melhor e não tão sem esperança. Por algumas horas é como se eu não sentisse nada, aliás, me sentisse incrivelmente bem e leve, como é bom flutuar em emoções que não são suas. Nada comparado ao meu terror diário agostiano, que quando menos se espera, algo catastrófico acontece. Tenho esperança de sobreviver mais esses dias até Setembro, mas nunca se pode adivinhar o que ainda falta acontecer. Bem, se eu não postar mais, já sabem.
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
What the stars do?
Você sabe quando eu disse que eu sabia pouco sobre amor? Isso não era verdade. Eu sei muito sobre amor. Tenho observado isto durante séculos e séculos e era a única coisa que fazia ser supotável observar o seu mundo. Todas essas guerras, dor, mentiras, ódio ... Elas me fizeram querer virar as costas e nunca olhar pra baixo de novo... Mas quando vejo a forma como o homem ama ... Você poderia pesquisar por todo o universo e nunca encontrar nada mais bonito. Então, sim, eu sei que o amor é incondicional. Mas também sei que ele pode ser imprevisível, inesperado, incontrolável, insuportável e estranhamente fácil de se confundir com aversão e ... O que estou tentando dizer, Tristan é ... Acho que eu te amo. É este o amor, Tristan? Eu nunca imaginei como seria para mim. Meu coração... Eu me sinto como se o meu peito mal pudesse conter ele. Como se estivesse tentando escapar porque ele não pertence mais a mim. Ele pertence a você. E se você o quiser, eu não desejo nada em troca. Nem bens. Nem demonstrações de devoção. Nada, a não ser saber que você me ama também - só o seu coração, em troca do meu.
Shine.
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